4.10.06

À atenção do rapaz de Vilar de Maçada

Não se devem tomar medidas avulsas de restrição como as que têm afectado a maioria dos trabalhadores portugueses sem dar algum exemplo de retracção nas cúpulas.
Veja-se o caso italiano.
Tens tomates para isto,José?

6 comentários:

Irritadinha disse...

Isso seria o feito do ano! Ele só teve tomates para se condidatar... Eles que o pais aperte o cinto, mas se um lado aperta enquanto o outro alarga, torna-se complicado quiçá impossivel. Esperemos que o "Sócras" leia o JN, já que copia leis de outros paises porque não esta medida? COragem Zé, no primeiro mês já vais comprar menos uns 10 pares de sapatos, mas é só para teu bem, acabar com a veia consumista é bom!

marta r disse...

Eu duvido é que a redução dos ordenados das cúpulas se reflectisse assim tanto no défice do país...
É fazer as contas, como diz o outro.

sardanisca disse...

Mas dava-lhes um bocadinho mais de moral para implementar essas medidas restritivas,visto que o exemplo,vindo de cima,só fica bem.
Quanto ao reflexo no défice do país,nas minhas bandas costuma-se dizer que migalhas são pão.
Estarei errado neste raciocínio,Marta?

AM disse...

penso que a questão não é essa...
os ordenados são o menos
eles ganham muito é quando deixam de ser ministros e passam para as empresas públicas, etc...
as "celestes chatarronas" e os outros todos da mesma laia...

TR disse...

se os que ganham melhor não colaboram, por que razão os que ganham menos bem devem colaborar? É óbvio que este raciocínio não leva a lado nenhum, nem é linear, é redutor e ridículo na a maior parte das aplicações que lhe dão, mas também não é por isso que não faz sentido quando bem aplicado. POde bem aplicar-se a este caso.

Gisela disse...

Em primeiro lugar é preciso saber quanto é que os italianos ganhavam. A noticia está claramente incompleta. Por outro lado não penso que os ministros e primeiro ministro ganhem ordenados muito elevados para as responsabilidades que têm nas mãos, quando comparados até com os quadros intermédios da administração pública. Tomates era se José Socrates diminuisse estes ordenados que chegam a ser insultuosos para quem tem nas mãos o destino do pais.